Da Redação
Um pronunciamento da presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT), Cláudia Márcia de Carvalho Soares, tem viralizado nas redes sociais desde quarta-feira (25), deviso à defesa que ela faz aos benefícios pagos aos magistrados, chamados de “penduricalhos”.
“Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso. O combustível, o carro financiado, enfim. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água, não tem café. Nós pagamos!”, afirmou. “Desembargador também tem quase nada, a não ser um carro, mal tem um lanche”, ressaltou a juíza aposentada.
A declaração foi feita durante sessão no Supremo Tribunal Federal (STF) que discute a legalidade dos “penduricalhos”.
“O que temos são pagamentos baseados em legislação estadual ou de resolução do CNJ. A magistratura brasileira não recebe penduricalho, que fique registrado, ela recebe verbas que são calcadas num fato gerador”, destacou.
A juíza aposentada recebeu cerca de R$ 113,8 mil líquidos em dezembro, segundo dados da folha do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região.
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