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Uma nova frente fria deve provocar uma queda significativa nas temperaturas em Mato Grosso, especialmente no interior – como Tangará da Serra, Barra do Bugres, Cáceres, Diamantino e Campo Novo do Parecis. Segundo a Climatempo, o período de 09 a 13 de agosto será monitorado para a classificação da 5ª onda de frio no Brasil, com previsão de mínimas próximas aos 13°C.
A frente fria começa a avançar sobre o Sul e o Sudeste do país entre quinta e sexta-feira (08), e, na sequência, uma poderosa massa de ar polar deverá afetar todo o Centro-Oeste, derrubando as temperaturas e provocando o fenômeno conhecido como “friagem” também em regiões da Norte do Brasil.
Fonte: Clima Tempo
As mínimas em Mato Grosso devem variar, sendo mais baixas nas regiões de maior altitude, como Tangará da Serra, no sudoeste, e Reserva do Cabaçal, no oeste. Para Tangará da Serra, os termômetros devem registrar mínimas de 13°C, com máximas não ultrapassando os 23°C.
Tabela EB, com variações de temperatura e umidade do ar de 07 a 21 de agosto.
O amanhecer de sábado (10) já promete temperaturas mais baixas, com o ar polar ganhando força e provocando sensação de frio em diversos municípios, como Barra do Bugres e Diamantino, onde as mínimas podem se aproximar dos 14°C. A baixada cuiabana também será afetada, com mínimas ao redor dos 15°C.
Calor na sequência
No entanto, a onda de calor não demora a chegar. Após o pico do frio, a previsão para a segunda quinzena de agosto é de uma elevação expressiva das temperaturas. A partir do dia 17, as máximas devem girar em torno dos 36°C em Tangará da Serra e outras cidades da região.
Fonte: Clima Tempo
A umidade relativa do ar, que já estará mais baixa por conta da fase de calor, poderá cair drasticamente, chegando aos 19% em 20 de agosto, o que pode representar um risco para a saúde da população e para o meio ambiente.
A instabilidade climática de agosto, com a alternância entre períodos de frio intenso e calor extremo, reforça a necessidade de atenção à saúde, principalmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. A previsão é de que esse fenômeno climático continue até o fim do mês, com uma oscilação de temperaturas que pode afetar tanto a rotina das cidades quanto a agricultura, um setor fundamental para a economia do estado.









