Adolescente é internado em Rondonópolis por liderar grupo de crimes virtuais na operação mão de ferro 2

Viatura da Polícia Civil em operação da Mão de Ferro 2 em Rondonópolis
Polícia Civil cumpre mandados da Operação Mão de Ferro 2 em Mato Grosso. Imagem: Reprodução

G1MT

O adolescente de 15 anos, chefe do grupo investigado na Operação Mão de Ferro 2 por crimes contra crianças na internet, foi apreendido e internado provisoriamente no Sistema Socioeducativo de Rondonópolis, a 212 km de Cuiabá, nesta terça-feira (27). A internação foi solicitada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que ingressou com duas representações pedindo que ele fique internado por 45 dias.

Conforme as investigações, o suspeito lucrava cerca de R$ 3 mil por mês vendendo materiais de exploração sexual infantil e automutilação de meninas, segundo o delegado responsável pela investigação, Gustavo Godoy.

Nesta terça-feira, a Polícia Civil cumpriu 22 mandados em 12 estados contra o grupo que promovia crimes de ódio na internet. O adolescente também é investigado por participação em um grupo que compartilhava conteúdos de exploração sexual infantil, apologia ao nazismo, incentivo à automutilação e crimes de ódio na internet.

A operação

Nesta terça-feira (27), a Polícia Civil em Mato Grosso deflagrou a Operação Mão de Ferro 2 em Mato Grosso e outros 11 estados contra um grupo envolvido em crimes na internet contra crianças e adolescentes. Os crimes tinham como principais alvos meninas.

O adolescente de 15 anos é apontado como chefe do grupo e já foi investigado por apologia ao nazismo e por promover automutilação entre jovens na internet em outras duas operações.

Em Mato Grosso, foram cumpridos três mandados: um de busca e apreensão contra a adolescente de 16 anos, em Sinop, e dois de busca e apreensão e internação provisória contra o chefe do grupo, um adolescente de 15 anos, em Rondonópolis.

Segundo a Polícia Civil, o grupo era responsável por agir de forma articulada praticando crimes como promover a automutilação e o suicídioperseguição, ameaças, produção e compartilhamento de materiais de abuso sexual infantil na internet, apologia ao nazismo e invasão de sistemas, incluindo o acesso ilegal a bancos de dados públicos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe:

Recentes
Nos envie uma denúncia