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De acordo com os dados do Censo 2022, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 16 milhões de brasileiros vivem em favelas, em 656 municípios. Em Mato Grosso, possui 81.895 habitantes moram em favelas. Descubra quais são as cidades do interior do Estado e os bairros que foram classificados como favela pelo IBGE.
Cáceres
- Jardim Imperial
Rondonópolis
- Jardim Itapuã
- Vila Amizade
- Vila Mamed
Sinop
- Jardim do Ouro
Nessa pesquisa, o IBGE está substituindo o termo “Aglomerados Subnormais”, que é adotado pelo instituto nos censos e pesquisas desde 1991, para uma nova denominação: “favelas e comunidades urbanas”.
Segundo o instituto, entre os critérios para a classificação está “predominância de domicílios com graus diferenciados de insegurança jurídica da posse”, ou seja, a falta de comprovação de título de propriedade da casa ou de um contrato de aluguel formal.
Além desse, se encaixam quem tem um ou mais critérios dos tópicos abaixo:
- “ausência ou oferta incompleta de serviços públicos”, como falta de água encanada, esgoto, coleta de lixo, energia elétrica, pavimentação e iluminação pública, entre outros;
- “predomínio de edificações, arruamento e infraestrutura que usualmente são autoproduzidos ou se orientam por parâmetros urbanísticos e construtivos distintos dos definidos pelos órgãos públicos”, ou seja, casas, ruas e infraestruturas que muitas vezes são construídas pelos próprios moradores, sem seguir as norma técnicas e padrões estabelecidos pela prefeitura;
- “localização em áreas com restrição à ocupação definidas pela legislação ambiental ou urbanística”, ou seja, algumas favelas estão localizadas em áreas de risco, como em morros ou áreas de preservação ambiental, por exemplo, e são consideradas inadequadas para ocupação humana por riscos de deslizamentos, inundações, entre outros.
O Censo 2022, divulgou também que a população das favelas são pessoas mais jovens do que do país como um todo. A idade média dos moradores de favelas é 30 anos.
Na classificação de cor ou raça, pardos representam 56,8% e pretos 16,1% e brancas 26,6%. Entre os 958.251 estabelecimentos, 7.896 eram de ensino, 2.792 de saúde e 50.934 estabelecimentos religiosos.






