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Os candidatos ao cargo de governador de Mato Grosso poderão gastar até R$ 10,6 milhões no 1º e 2° turnos da campanha eleitoral deste ano. Para o primeiro turno, o teto é de R$ 7,115 milhões. Caso a disputa vá para o 2º turno, os dois postulantes que seguirão na disputa poderão investir mais R$ 3,557 milhões para chegar ao Palácio Paiaguás.
Os valores foram divulgados nesta quarta-feira (1) pela Justiça Eleitoral.
O segundo maior valor autorizado é para os cargos de senador. Cada candidato poderá gastar até R$ 3,811 milhões.
Foram autorizados R$ 3,176 milhões para o cargo de deputado federal e outros R$ 1,270 milhão para o cargo de deputado estadual.
Segundo o assessor de Exames de Contas Eleitorais e Partidárias, Jorge Yoshiro Kimura, os valores poderiam ser reajustados de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Entretanto, conforme o voto do ministro Kassio Nunes, o teto de gastos permanece o mesmo do pleito de 2022”, explica Jorge.
A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou a ausência de legislação eleitoral que autorizasse o reajuste dos limites de gastos. A Corte também levou em conta o orçamento de R$ 4,9 bilhões destinado ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as Eleições de 2026.
Entre as campanhas do pleito de 2026, o maior teto de gastos é para a Presidência da República. Os candidatos poderão gastar até R$ 88,944 milhões no primeiro turno. Caso a disputa avance para o segundo turno, haverá um acréscimo de R$ 44,472 milhões.






