Da Redação
A nova lista dos criminosos mais procurados do país, divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, tem oito mato-grossenses. O principal destaque da atualização é Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, que fugiu do presídio feminino Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, em agosto de 2025.
Em fevereiro deste ano, ela e seus familiares foram alvos da Operação Showdown, que investigou um esquema que movimentou mais de R$ 20 milhões do Comando Vermelho na região Norte do Estado. “Angeliquinha”, contudo, não foi localizada.
Agora, o nome dela passou a integrar a relação nacional de foragidos considerados de alta periculosidade.
Além de “Angeliquinha”, também aparecem na nova lista Carolina Gomes de Brito, a “Katleia”; Eudes Barboza Silva Neto, o “Neto”; Gilmar Reis da Silva, o “Vovozona”; Jonas Souza Gonçalves Junior, o “Batman”; Leonardo Dias de Araújo, o “Gibi”; Marítssa Ingridy da Silva Rodrigues, a “Rapunzel”; e Pedro César de Jesus, o “Azulão”.
Segundo o Ministério da Justiça, os critérios para inclusão na lista levam em consideração a posição ocupada pelos investigados dentro das organizações criminosas, além da gravidade dos crimes atribuídos a cada um deles.
A maior parte dos mato-grossenses citados é apontada como ligada ao Comando Vermelho. Além da participação em organização criminosa, eles são investigados ou acusados de crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, homicídios e outros delitos relacionados à atuação das facções.
Novos nomes
A atualização manteve Mato Grosso com oito representantes entre os criminosos mais procurados do país, mas houve alterações nos nomes incluídos.
Deixaram a lista Brhendow Olliom Bispo Moreira, o “Bocão”; Tiago Teixeira da Silva; e Raffael Amorim de Brito, acusado de matar o policial militar Odenil Alves Pedroso. Raffael foi preso em fevereiro deste ano durante uma megaoperação realizada no Rio de Janeiro.
Já os novos nomes incluídos na relação foram “Angeliquinha”, “Neto” e “Katleia”, considerados pelas autoridades como integrantes relevantes dentro das estruturas criminosas monitoradas nacionalmente.






