Sertanejo Diego quebra silêncio e defende esposa em investigação da Polícia Federal

Sertanejo Diego se pronuncia sobre investigação da Polícia Federal envolvendo esposa
Sertanejo Diego se pronuncia sobre investigação da Polícia Federal envolvendo sua esposa. Imagem: Reprodução

Metrópoles

O cantor sertanejo Diego, que faz dupla com Henrique, se manifestou publicamente após sua residência em Campo Grande (MS) ser alvo de uma operação da Polícia Federal na última quinta-feira (21/8).

A ação ocorreu em cumprimento a mandado de busca e apreensão relacionado à sua companheira, Jaqueline Maria Afonso Amaral.

Sertanejo se pronunciou

Em nota enviada à imprensa, o artista afirmou ter recebido a diligência “com surpresa” e saiu em defesa de Jaqueline.

“Conheço a índole e o comportamento dela. Tenho conhecimento de que os fatos investigados dizem respeito ao tempo do casamento anterior da Jaqueline”, declarou.

Diego também reforçou que não há necessidade de sua família recorrer a práticas ilícitas.

“Nossa família não necessita, financeiramente, da prática de qualquer ato ilícito e, muito menos, de qualquer tipo de auxílio de organizações criminosas, até porque a minha carteira artística é consolidada e me dá a oportunidade de ter uma vida confortável”, afirmou.

O cantor concluiu destacando a confiança na Justiça: “Creio que, após o término da investigação, ficará esclarecida essa lamentável situação envolvendo a Jaqueline”.

Contexto da investigação

Jaqueline foi citada em um inquérito que apura suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo informações obtidas pela PF, ela teria recebido aproximadamente R$ 3 milhões entre 2018 e 2022 para movimentações financeiras ligadas ao grupo criminoso.

Os investigadores apontam que parte do dinheiro era repassada por meio de contas bancárias em nome de parentes e pessoas próximas.

Durante as buscas realizadas em sua residência, foram apreendidos celulares, munições e veículos.

A defesa de Jaqueline também se pronunciou, destacando que ela se afastou há anos de um ex-companheiro, apontado como integrante da facção, e que hoje mantém outra estrutura familiar.

Em comunicado, os advogados ressaltaram que Jaqueline “não tem nada a esconder” e que já entregou seu celular às autoridades, liberando acesso às informações.

O caso segue sob investigação da Polícia Federal.

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